Publicado por José Geraldo Magalhães em Missionária | 31/01/2015 às 21:33:01


Equipe nacional visita comunidades indígenas no Ceará, Roraima e Mato Grosso do Sul


Momento de fazer a farofa. Foto: Rodrigo de Britos
O presidente do Colégio Episcopal da Igreja Metodista, bispo Adonias Pereira do Lago, juntamente com a equipe de comunicação da Sede Nacional, visitou nos dias 26 a 30 de janeiro a Aldeia Maruwai, que fica a 140 km de Boa Vista/RR. A ideia de visitar as comunidades indígenas, onde há missionários metodistas, surgiu na reunião com os indigenistas no final do ano passado. O objetivo principal é divulgar o trabalho realizado pela Igreja Metodista com os povos indígenas. Os indigenistas metodistas de Roraima, pr. Dimanei Lisboa e o primeiro pastor indígena Metodista, Cizi Manduca, acolheram a visita e organizaram todos os preparativos para a chegada do bispo.
 
Para chegar na Aldeia Marwuai não é tão fácil. É necessário rodar 40 km de asfalto da capital Boa Vista até atravessar de balsa os 600 metros do rio Urariquera onde inicia a reserva indígena São Marco. A partir daí, são 90 km de estrada de terra até a comunidade Macuxi, que fica praticamente isolada, principlamente na época do inverno, pois a região fica completamente inundada, intransitável.
 
Na próxima semana (2 a 7), é a vez de conhecer de perto a Missão Metodista Tapeporã, em Dourados/MS. A pra. Imaculada e pr. Paulo Costa em Mato Grosso do Sul já estão com a agenda preparada para receber a equipe nacional nos próximos dias.
 
De acordo com o cronograma passado à equipe nacional de comunicação pela Secretária para a Vida e Missão, revda. Joana D'Arc Meireles, o material será amplamente divulgado no mês de abril com estudos específicos e vídeo sobre a Missão Metodista Macuxi, Tapeporã e Tremembé. 
 
No mês de dezembro (15 a 20), a equipe visitou os Tremembé, em Almofala, no Ceará. A equipe foi recebida pelos indigenistas, Marly Schiavini e pelo pastor de Acaraú, pr. Wilson Santos, que providenciaram o suporte necessário e um cronograma de encontros com lideranças da comunidade Tremembé. Também foram realizadas seis visitas em Escolas Indígenas Tremembé (EIT). Uma dessas escolas, em Mangue Alto, teve forte participação da Área Nacional na construção do prédio.
Aldeia Macuxi, em Roraima. Foto: Rodrigo de Britos

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