PASTORAIS

"Como instituição, devemos procurar conhecer a legislação do país, do estado e do município, [...], valorizar ações governamentais que promovam o acesso a habitação, saúde e educação que são direitos sociais básicos garantidos pela Constituição Federal e pelos Direitos Humanos"


Trecho da Carta Pastoral Evangelho em Ação - Ação Social da Igreja Metodista
 

 

DIRETOS HUMANOS

A Pastoral de Direitos Humanos da Igreja Metodista no Brasil, é um órgão focado em promover ações regionais e locais que acontecem em todo país. Entre os projetos apoiados, há campanhas de luta pelo fim da violência contra a mulher (Quinta-feira uso preto), manifestos em defesa de pessoas em situação de vulnerabilidade e pedidos de esclarecimentos ao poder pública com relação a questões sociais que afetam direitos da população em geral.

Conheça os movimentos regionais e locais.
 


 

UNIVERSITÁRIA

De acordo com as Diretrizes para a Educação na Igreja Metodista, a missão da Pastoral é atuar como consciência crítica das instituições de ensino, em todos os seus aspectos, exercendo suas funções proféticas e sacerdotais, dentro e fora delas. Aqui você encontra o contato de todas as pastorais universitária das Instituições Metodistas de Ensino Superior.

COMBATE AO RACISMO

A Igreja Metodista brasileira vem se posicionando contra a discriminação racial no país, por meio da Pastoral de Combate ao Racismo. No Concílio Geral de 2011, foi aprovado o Programa Nacional Antirracismo da Igreja Metodista. Examinando o caso específico do movimento metodista, podemos avaliar que John Wesley se comportou com dignidade e de forma acertada ao tratar do tema. Ele modificou seu olhar sobre estes povos, comprometendo-se com sua evangelização, apoiando parlamentares britânicos que combatiam a escravidão e organizando uma sociedade com a finalidade de lutar pelo fim do tráfico africano.

Nesse espaço você encontra os materiais disponíveis para download e acompanha ações de combate ao racismo.
 


 

INDIGENISTA

Os primeiros contatos do Metodismo com os povos indígenas na América datam aproximadamen­te do ano de 1735. "João Wesley foi missionário entre os índios na Geórgia, na América do Norte. Ele não ficou lá muito tempo e não consta que ele tenha convertido nenhum índio lá" (cit. REILY, Duncan A.). Em 1787, já na Inglaterra, ele manifes­tou, através de uma carta escrita a Francis Asbury, a sua preocupação para com os índios das Améri­cas, devido ao "fato desconcertante de que talvez não tivessem sobrevivido nem 1 % desses índios com a negligência evangelística entre os mesmos" (REILY, Duncan A. Uma pequena história de conta­tos evangélicos ... ). A Missão Indigenista brasileira reconhece que cada povo é sujeito e protagonista da própria história. Por isso todas as missões e todos os espaços de solidarieda­de assumidos pela Igreja têm o propósito de forta­lecer os princípios de autodeterminação que os povos indígenas projetam e constroem historica­mente (por exemplo: organização sócio-política, leis próprias, criação e educação dos filhos, identidade cultural e espiritual, movimentos de articulação e desenvolvimento).