Publicado por José Geraldo Magalhães em Geral - 20/09/2013

EECSN Oferta Missionária 2007

Expositor Cristão Entrevista

 

 

  Oferta Missionária 2007

Família Metodista Missionária e Solidária

 

entrevista com o Rev. Edson Cortásio

missionário na REMA

 

 

1) Há quanto tempo você está na Rema?  Você é comissionado da 1ª Região, não é? Por que resolveu ir para um lugar tão distante "de casa"?

Estou na Região Missionária da Amazônia a mais de cinco anos. Cheguei no dia 28 de fevereiro de 2002 na cidade de Ji-Paraná, cidade do interior do Estado de Rondônia. Segunda maior cidade do Estado com cerca de 120 mil habitantes. Sou comissionado da 1ª Região. Natural de Petrópolis -RJ. Tive uma experiência cristã aos 15 anos de idade na cidade de Petrópolis. Em junho de 1984. Em janeiro de 1985, num encontro para Adolescentes, tive uma experiência maravilhosa com Deus. Meu coração se despertou para a obra missionária. A princípio sonhei em trabalhar no exterior, de preferência com povos da África, mas com 17 anos Deus redirecionou meu coração para o Norte do Brasil. Nessa época andava com fotos de índios, fotos de cidades da Amazônia, orava por missões no Norte do Brasil, me comunicava por cartas com agencias missionárias. Escolhia namoradas sempre falando em missões e no meu sonho de um dia servi a Deus nos Campos Missionários. Todas as decisões e escolhas, a partir dos meus 15 anos de idade, estavam envolvidas no tema missionário. Servi a Força Aérea Brasileira mas sonhando com missões. Casei com Marisa e sonhamos juntos em um dia poder servir ao Senhor e a Igreja Metodista nessa terra distante. Em 2002, quando chegamos aqui, minha filha Lídia estava com 3 anos de idade e meu filho Estevão havia acabado de completar um aninho. Foi difícil vir com a família, mas nosso casamento e sonhos para a família passavam obrigatoriamente pelos Campos Missionários.

2) Conte um pouco sobre sua trajetória pastoral anterior à sua ida à Ji-Paraná (quando se formou, em que igrejas já atuou, atividades acadêmicas...)

Antes de chegar ao Campo Missionário servi a igreja em Petrópolis e no Rio de Janeiro. Formei-me no Centro de Formação Teológica em Petrópolis e depois estudei mais cinco anos no Instituto Metodista Bennett. Fiz o Curso de Pós Graduação em Ciência da Religião pelo Bennett e participei do Seminário Integrado em San José, Costa Rica, na Universidade Bíblica Latino Americana na área de Pastoral Urbana. Formei-me ainda no Seminário de Liturgia e Arte Sacra do Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis. Sou também formado em Pedagogia na Área de Licenciatura e Gestão Escolar pela Universidade Federal.

Em Petrópolis fui pastor auxiliar da Igreja Metodista Central de Petrópolis, pastor da Igreja Metodista no bairro Castrioto e na Igreja Metodista em Quitandinha. Tive a oportunidade de organizar a Pastoral Escolar do Instituto Metodista em Petrópolis e participei da CONAPEU sendo em 1999 eleito secretário. Em Petrópolis recebi a nomeação de Capelão do Instituto Metodista em Petrópolis.

Lecionei no Instituto Metodista Bennett, no Ensino Médio na Área de Educação Religiosa no ano de 1998. Também trabalhei no Núcleo Teológico do Bennett em Petrópolis e no sub-núcleo em Paraíba do Sul lecionando várias disciplinas.Trabalhei também como professor convidado na JOCUM do Rio de Janeiro nos anos 2000 e 2001.

 3) E hoje, quais são as suas principais atividades? Fale um pouquinho da sua rotina diária: a que horas você acorda, que trabalhos desenvolve na igreja...

Na REMA tenho a oportunidade de servi ao Senhor e a nossa querida igreja Metodista em várias áreas: Desde 2003 estou Superintendente Distrital. Sirvo a Igreja como Assessor Episcopal para Assuntos Ecumênicos, pertenço ao Ministério Regional de Apoio Episcopal, trabalho na Coordenação Regional de Discipulado pertencendo a Câmara Nacional de Discipulado, sirvo como Secretário da Comissão Ministerial e em 2004 fui Presidente da Comissão de Ética da Ordem Presbiteral.

Na igreja local temos trabalhado na expansão missionária integral, ou seja com Ação Social, Discipulado e vida litúrgica.

Temos um projeto com mulheres chamado Projeto Mulheres Gestantes. Através de parcerias com a Área Nacional e Regional, atendemos a várias mulheres com Enxovais, lanche, banheiras, palestras, acompanhamentos, aconselhamentos, trabalho na auto estima e devocionais. São mulheres carentes, em sua maioria adolescentes. A cada ano atendemos uma média de quarenta mulheres, todas as quartas feiras, das 14 as 17 horas.

Trabalhamos também na área de Música. Através de uma Parceria com uma entidade beneficente denominada CARVI, presidida inclusive por uma irmão Metodista chamado Walquer Jarbas e com o Maestro Rafael Fontineli da Orquestra de Câmara Arcos da Amazônia a igreja presta um serviço social e cultural para 30 pessoas. Estamos formando a Orquestra de Câmara e Coral da Igreja Metodista no Bairro Urupá. Os alunos aprendem Música, ler partituras, tocar instrumentos musicais e técnica de canto.

Na área da Comunicação e Evangelização, a Igreja tem um programa Semanal na Rede TV de Ji-Paraná chamado palavra Viva em parceria com a Rede TV e mais cinco igrejas. São seis programas de 30 minutos por mês. Também na maior Rádio AM de Rondônia, Rádio Alvorada, de terça a sexta temos o programa Boa Noite Vida que alcança cerca de 40 municípios do interior do Estado.

No Programa de Dons e Ministérios, desenvolvemos o Discipulado na instrumentalidade dos Pequenos Grupos. São mais de 200 irmãos e irmãs que se reúnem semanalmente para refletir, celebrar, conviver, promovendo o pastoreio mútuo que gera cuidado, dedicação e acolhimento.

Eu e minha esposa acordamos diariamente às 6 horas da manhã. Meu trabalho tem início as 6:30 da manhã na Igreja. Eu e minha esposa temos um momento de oração e intercessão no Templo das 6:30 as 7 da manhã, de segunda a sábado. Na parte da manhã atendo a igreja com visitas e faço os programas da TV. Na parte da tarde atendo na igreja e trabalho os sermões e o material para o discipulado. Nas terças, quintas, sextas e domingo, temos cultos na igreja. Nas Quartas aproveitamos para lecionar em cursos de capacitação para os membros da igreja, sempre à noite. Apesar de muitas atividades e correrias, temos um tempo todo especial para sair com a família. Dedicamos o dia de segunda-feira especialmente para as atividades com os filhos e para relaxar.

A Igreja tem experimentado um crescimento ainda bem pequeno, mas significativo. A igreja em 2002 era uma comunidade com cerca de 50 a 60 membros. Hoje estamos com mais de 260 membros. Os cultos são espaços de celebração e temos aproveitado para resgatar a liturgia metodista juntamente com o calendário litúrgico da cristandade gerando uma igreja com raiz e alegria diante de tantas propostas apresentadas no meio evangélico e cristão. O discipulado tem gerado saúde, identidade metodista e crescimento.

5) Como foi o processo de adaptação de vocês? Para os filhos, como foi mudar de escola, amigos, atividades de lazer... Quais as maiores dificuldades para a família? E quais as boas surpresas?

O processo de adaptação não foi fácil. Principalmente com relação ao Clima úmido e quente de Ji-Paraná. Viemos com um pouco de medo da malária. Na Amazônia Legal registra-se 500 mil novos casos de malária por ano. Também sofremos com a Dengue. No período da seca as muitas queimadas e a poeira causaram várias enfermidades nos filhos. Os insetos e o calor provocaram alergias na pele e respiratórias. Tivemos algumas surpresa ruins. No ano de 2002 o teto do quarto de nosso filho caiu com uma caixa de água de 1000 litros. Meu filho Estevão tinha 1 ano e 8 meses. Ficou preso debaixo das madeiras, mas protegido pelo Senhor. Isso ocorreu num domingo de setembro, as 7:15 da manhã. Foi um milagre.

No ano de 2005, estava indo para nossa congregação em Nova Londrina, a 30 Km de Ji-Paraná, de moto. A rua foi interditada, sem sinalização noturna, Era 19:30 horas. Cai no asfalto empoeirado. Rolei ralando várias partes do corpo e quebrei a Tíbia e a Fíbula da canela direita. Fui resgatado pela minha esposa 20 minutos depois. Operei. Fiquei em cadeiras de rodas e depois muletas. Recebi cinco parafusos externos e duas hastes externas para alinhar o osso. Foram momentos de muitas dores e sofrimento para a família inteira. Foram oito meses de tratamento e muitas dores.

Meus filhos, eu e a Marisa, sentimos muito a falta da família e do clima em Petrópolis. Foi muito difícil ficar longe dos amigos e do gostoso friozinho da serra. Mas a boa surpresa foi encontrar pessoas tão receptivas e acolhedoras em Ji-Paraná.Ji-Paraná é uma cidade colonizada por famílias do Sul e Sudeste do Brasil em sua maioria. Encontramos muitos paranaenses, capixabas, mineiros e gaúchos. São famílias que aqui chegaram e construíram com outras famílias uma sociedade onde o ideal do colono impera. Existe um sentimento de ajuda mútua e de acolhimento que nunca presenciei em outro lugar. A igreja é um espaço de acolhida e confraternização das famílias. As reuniões geram congraçamento e fraternidade.

6) Vocês pensam em voltar para a 1ª região? Há previsão de data?

Este ano de 2007 termina nosso segundo pacto missionário. Cada pacto tem duração de três anos. Estamos sentindo o desejo de trabalhar mais dois pactos missionários, ou seja, sem contar com 2007, ficaremos mais seis anos, sendo a vontade de Deus. Depois serviremos a deus na Primeira Região e até sonhamos em trabalhar um dia na Igreja Metodista em Portugal, uma terra que amamos muito se for a Vontade de Deus. Estamos com o nosso coração pronto para fazer a Vontade de Deus. Tudo ainda é muito incerto depois do Campo Missionário.

7) Quais são os maiores desafios do trabalho missionário na região? quais são as maiores carências? E quais as maiores vitórias?

A nossa igreja Metodista ainda é bem pequena diante do tamanho de nossa Região. Existem centenas de cidades que necessitam do trabalho metodista, mas ainda não possuímos recursos nem pessoas preparadas para estender a missão até esses lugares.

Essa região ainda apresenta muitas carências na área da educação e saúde. Qualquer pessoa que sofra um acidente grave ou desenvolva uma enfermidade grave precisa sair de Rondônia com Urgência. Frequentemente as pessoas são levadas para Goiânia, Brasília, São Paulo e Cuiabá por causa da falência do serviço público e até mesmo do particular no estado de Rondônia. Oramos sempre para não necessitarmos de tratamento de saúde especializado, senão precisaremos sair de Rondônia com urgência.

Uma das grandes vitórias tem sido o acesso da igreja Metodista em todas as camadas da sociedade. Hoje trabalhamos na zona rural, trabalhamos com famílias carentes, somos diariamente levados a trabalhar junto a entidades públicas, etc. O Poder Público, a Mídia e as entidades tem reconhecido a presença metodista no Estado de Rondônia através da pregação do Evangelho que liberta e transforma.

8) O que você tem aprendido com o povo da região norte do país?

O Povo da Amazônia Legal tem muito a nos ensinar. Ji-Paraná inclusive é uma terra maravilhosa. Temos aprendido muito. Aqui estão presentes três nações indígenas: Gavião. Arara e Zoró. Rondônia é a parte da Amazônia Legal com maior índice de desmatamento. No Bairro Urupá, onde a Igreja Metodista está presente, até a década de 50 residiu uma Aldeia chamada Urupá que foi terrivelmente exterminada pelo não índio. A terra foi possuída debaixo de muitas brigas e mortes. Hoje o povo vive na paz e luta para sobreviver nessa terra com novos desafios. Um dos piores inimigos tem sido as drogas que vem da nossa vizinha Bolívia.

O povo do Norte do Brasil é apaixonado pela cultura e pela vida. Tenho aprendido a amar mais de perto as diferenças da Amazônia. São vários campos missionários com culturas e valores diferentes. A culinária, a arte, a música, o valor pela vida e principalmente o acolhimento tem sido elementos construtores de nossa vida identidade missionária. A presença da Igreja precisa gerar mudanças nas várias camadas da sociedade. Hoje a igreja necessita investir mais em liderança leiga. A Igreja católica é um exemplo para nós nessa área. Ela tem cerca de 50 mil ministros leigos em todo a Amazônia pregando a Palavra, dando a eucaristia e realizando ritos de casamentos e batismo. A nossa igreja Metodista também necessita treinar mais líderes leigos e avançar na obra missionária. Existe muito ainda por fazer e essa tem sido a visão do nosso bispo Adolfo. Com visão, tem solicitado as igrejas maior investimento e capacitação na pessoa do leigo. A Evangelização da Amazônia e a presença metodista será um trabalho necessariamente de leigos engajados. Nossa maior urgência é formar leigos para ganhar novas vidas sinalizando a maneira metodista de espalhar a santidade bíblica. Na realidade amazônica o discipulado é uma ministério urgente e necessário. Estamos trabalhando para que todas as igrejas se envolvam nessa dinâmica de pastoreio. Em Rondônia a Igreja católica possui mais de 1300 grupos de reflexão (discipulado) e assim consegue pastorear o rebanho com suas doutrinas e valores. Precisamos de humildade e sabedoria para aprender também a trabalhar o discipulado em nosso Campo Missionário enquanto metodista, não como instrumento de competição, mas como instrumento pedagógico para termos um maior número de metodistas que abracem de verdade a doutrina metodista e sinalizem nossa vocação histórica.

9) O que a Igreja Metodista pode fazer para levar vida em abundância numa região que sofre alguns problemas graves como desmatamento abusivo, trabalho escravo e exploração sexual de crianças?

Hoje a Amazônia Legal ocupa 60% da superfície do país. Ela concentra a maior biodiversidade do planeta e abrigando cerca de 20% de seus recursos hídricos, desempenhando um papel fundamental no cenário do meio ambiente mundial.

Como uma das últimas fronteiras de expansão do país, ela enfrenta o desafio de ter que se desenvolver economicamente e absorver o intenso fluxo migratório e ao mesmo tempo em que deve garantir a preservação dos recursos naturais e o respeito às populações tradicionais.

A Amazônia se depara com dificuldades relativas a transportes para se chegar a muitas de suas cidades; acesso precário aos serviços essenciais de saúde, saneamento e educação; concentração de população em determinados centros urbanos e baixa densidade demográfica em outras áreas; limitação de uso dos recursos tecnológicos oriundos dos avanços das tecnologias de comunicação e informação. A região se caracteriza, ainda, por altos índices de analfabetismo e por um número significativo de professores leigos atuando nos diversos níveis da educação básica, o que contribui para o baixo rendimento do sistema escolar da região.

Com relação a Rondônia, com o reflexo da colonização e dos projetos desenvolvimentistas implantados, a intensa migração gerou conflitos sócio-ambientais ligados à posse da terra e aos recursos naturais.

O rápido crescimento de Rondônia nas duas últimas décadas teve grande impacto sobre o meio ambiente, que no geral, se apresenta frágil. Grande parte de Rondônia pode ser caracterizada como área de transição entre floresta amazônica e o cerrado. Hoje com o crescimento das queimadas no estado de Rondônia somada ao desmatamento, tem ocorrido fortes impactos no clima amazônico. As nuvens de fumaça das queimadas bloqueiam 20% da luz solar. A taxa anual de desmatamento na Amazônia Legal no período de agosto/2001 - a agosto/2002foi de 25.500 km2, é a segunda maior da história e equivale a 5,1 milhões de campos de futebol. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe), a destruição em apenas um ano da floresta com a maior biodiversidade do planeta foi maior do que a área total do estado de Sergipe e pouco menor do que a Bélgica.

Diante de dados tão alarmantes encontramos no Plano para Vida e Missão da Igreja sinalizações do que podemos realizar nesta região no que diz respeito a sinalização do Reino de Deus. O PVMI diz que a ação social da Igreja, como parte da missão, é nossa expressão humana do amor de Deus. É o esforço da Igreja para que na terra seja feita a vontade do Pai. Isto acontece quando, sob a ação do Espírito Santo, nos envolvemos em alternativas de amor e justiça que renovam a vida o vencem o pecado e a morte, conforme a própria experiência e vida de Jesus Cristo".

Seguindo os objetivos do PVM a igreja metodista poderá realizar muito mais na área de transformação causada pela presença do evangelho de Jesus. Cremos na vida em abundância como sinal do reino. O encontro pessoal com Jesus gera transformações sociais verdadeiras. Nossa tarefa será, como reza o PVM, "conscientizar o ser humano de que a sua responsabilidade é participar na sinalização do Reino de Deus, promovendo a vida integral a todas as pessoas.Cooperar com a pessoa e a comunidade a se libertar de tudo quanto as escraviza. Participar na solução de necessidades pessoais, sociais, econômicas, de trabalho, saúde, escolares e outras fundamentais para a dignidade humana (e do meio ambiente). Propugnar por mudanças estruturais da sociedade que permitam a desmarginalização social dos indivíduos e das populações pobres (e preservação do meio ambiente)".

A Igreja Metodista no Bairro Urupá está se preparando para implantar dois projetos importantes na área de educação e acolhimento. Na área da educação estamos trabalhando para implantar o projeto Águas do Urupá. Esse projeto visa trabalhar na formação das crianças ribeirinhas. É um projeto educacional que usará a instrumentalidade do meio ambiente como ferramenta pedagógicas para trabalhar a valorização da vida segundo o paradigma do Reino de Deus.

Na área de acolhimento, temos planejado criar a Casa de Acolhida Bom Samaritano para atender as famílias de pacientes que vem do interior para se tratarem no Hospital Municipal de Ji-paraná. Essa casa acolherá a família enquanto seu parente estiver em tratamento médico.

Acreditamos na mudança do ser humano quando este tem um verdadeiro encontro com o Senhor Jesus. Cristo muda todas as áreas na vida do ser humano e nos transforma em instrumentos de paz e fraternidade. Onde entre a luz, as trevas são dissipadas. A visão de Cristo para a nossa igreja na REMA é "Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus". (Mateus 5 : 16).

Ore por missões. Ore pelos missionários. Ore pelas famílias dos missionários. Ore pelos metodistas que estão trabalhando e escrevendo a história de nossa querida igreja na REMA. Ore para que Deus levante mais obreiros e obreiras vocacionadas para o Campo Missionário. As orações farão diferença diante de tantos desafios


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