Publicado por Sara de Paula em Geral, Liturgia, Escola Dominical - 04/03/2022

Quaresma: viver com fé e sabedoria

“...este é o tempo oportuno.” 2 Co 6.2

O pleno exercício da nossa espiritualidade cristã nos convida a uma vida de intimidade com Deus. Neste sentido, o calendário litúrgico se constitui com fonte de memória e inspiração para o fortalecimento dessa espiritualidade e para reafirmação do nosso compromisso como discípulas e discípulos que anunciam a solidariedade e a esperança do evangelho de Cristo.

É tempo de quaresma, este período que nos convida à conversão, à reflexão, ao silêncio para ouvir a voz de Deus e obedecer a sua vontade. Para este tempo, convidamos você para uma jornada espiritual de preparação para vivência da Páscoa. Nesta jornada disponibilizaremos, a cada domingo um material devocional para ser utilizado de forma individual e coletiva e uma lição para a Escola Dominical sobre a Quaresma.

Este material vem sendo elaborado a partir de algumas lições das revistas da Escola Dominical, das séries: Maturidade Cristã (2021.1) e Viver Com Deus (2021.2). Temos essas revistas em versão impressa (ver disponibilidade) e digital. Elas podem ser adquiridas pelo site angulareditora.com.br.

Participe dessa experiência e partilhe conosco as suas vivências. Escreva-nos um e-mail escoladominical@metodista.org.br ou nos marque nas mídias sociais (Instagram: @edmetodista_; Facebook: escola dominical metodista), mas não deixe de compartilhar.


Materiais de apoio

1. Lição: O que é a Quaresma? Acesse aqui gratuitamente | Adquira a revista impressa ou digital na Angular Editora

2. Roteiro para Devocional: Quaresma: viver com fé e sabedoria (abaixo)


Sugestão para sua prática devocional na quaresma:

1. Separe um tempo, vá para um ambiente agradável e silencioso para o seu momento devocional;

2. Faça uma oração entregando esse momento a Deus, peça que Ele lhe dê sabedoria, mansidão e humildade para ouvir a sua mensagem e se deixar tocar, transformar por ela;

3. Leia o texto bíblico, se possível em voz alta, pausadamente, pensando em cada palavra lida.

4. Fique em silêncio por um tempo e rememore o que leu.

5. Leia a reflexão e responda as perguntas sugeridas.

6. Cante ou escute uma música da sua preferência.

7. Ore mais uma vez, apresente a Deus os desafios que esta reflexão lhe apresenta.

8. Se comprometa a memorizar o versículo que mais lhe chamou atenção.

9. Compartilhe com alguém sobre a sua experiência.

Para cada domingo da Quaresma, escolhemos uma palavra-chave que nos convida para este tempo de travessia e preparação para vivermos a Páscoa.


Reflexões para cada Domingo da Quaresma

1º Domingo da Quaresma: ARREPENDIMENTO | 06/03

Arrependimento: uma marca essencial
Texto bíblico: Marcos 1.14-15.

Marcos 1.14-15 é um resumo da pregação de Cristo, que enfatiza o anúncio da chegada do Reino de Deus, convidando as pessoas para que se voltassem ao Senhor e aceitassem a sua mensagem. Deste texto, queremos destacar a expressão “arrependam-se”.

Arrepender, no grego, significa mudança de mente. As pessoas deveriam compreender o que as afastava do Senhor e mudar a respeito disso. O arrependimento é fundamental, não apenas no momento da conversão, mas durante todo o processo deste crescimento.

O que essa lição da Escola Dominical nos ensina sobre o arrependimento?

Arrepender-se é reconhecer o pecado e a nossa condição de pecadores e pecadoras. Ele deve fazer parte da nossa vida e nos ajudar a perceber que somos suscetíveis ao pecado.

Arrepender-se é reconhecer a nossa limitação para mudar. Nós temos limitações para uma mudança significativa e genuína. É Jesus Cristo que nos perdoa e liberta, é o Espírito Santo que nos convence dos nossos erros (Jo 1.8) e nos ajuda a desenvolver uma vida que agrada o Senhor (Gl 5.17; Ez 36.27).

Arrepender-se é abrir-se ao poder perdoador e transformador de Deus. Deus nos oferece o seu perdão, não como um pretexto para pecarmos, mas como possibilidade de reconciliação com Ele. Quando confessamos a Deus nossos pecados, Ele nos perdoa e nos purifica (1Jo 1.9).

Arrepender-se é fundamental para crescer. É por meio do arrependimento que podemos continuar a crescer. O arrependimento é passo importante para nos livrar de todo o peso do pecado que nos impede de prosseguir (Hb 12.1).

O arrependimento nos tira do domínio do pecado e nos coloca sob a ação poderosa da Graça divina, que nos perdoa, nos justifica e santifica.

Arrependei-vos!

(Adaptado da Revista Cruz de Malta: Crescer na Graça, na Palavra & no Amor, 2021.1, pp.12-15)
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Para viver com fé e sabedoria:

Arrepender-se requer humildade e não pensar de si mesmo(a) além do que convém (Romanos 12.3). Você é humilde? Reconhece os seus erros e se arrepende deles?

Arrepender-se requer reconhecer o erro, pedir perdão a Deus e a quem mais você tenha prejudicado e mudar o comportamento. Você costuma pedir perdão a quem você ofende ou defrauda?

Tempo oportuno para:

- Arrepender-se e confessar os seus pecados (Leia 1 João 1.5-10).
- Abandonar práticas pecaminosas.
- Pedir perdão para quem você ofendeu.

Para ler durante a semana:

Segunda-feira: 1Jo 1.5-10
Terça-feira: Hebreus 12.1-3
Quarta-feira: Salmo 32
Quinta-feira: Salmo 51
Sexta-feira: 2 Pedro 3.1-9
Sábado: Tiago 4


2º Domingo da Quaresma: ORAÇÃO | 13/03

Oração: comunhão com o Pai
Texto bíblico: Lucas 22.39-46

O episódio de Jesus orando no jardim do Getsêmani, além de relatar um dos momentos mais angustiantes do Mestre, nos ensina sobre a sua vida de oração. Jesus tinha o costume de estar naquele lugar para orar (v. 39). 

O que o texto destaca sobre a postura de Jesus na oração?

- “[...] de joelhos, orava” (v.41b). Ele se ajoelhou, mostrando sua humildade e submissão ao Pai.
- “[...] não se faça a minha vontade, mas a tua”. Ele apresenta a Deus seu desejo de não ir para a cruz, mas se submete à soberania do Pai.
- “apareceu um anjo do céu que o confortava” (v.43). A resposta à oração não veio como livramento, mas como consolo.
- “posto em agonia, orava mais intensamente...” (v.44). Ainda que angustiado, Ele não parou de orar, pelo contrário, o fazia intensamente.
- “Levantando-se da oração, foi ter com os discípulos...” (v.45). Jesus encerrou seu tempo de oração e voltou-se para seus discípulos, não se manteve isolado.

O que podemos aprender sobre a oração?
- A oração deve fazer parte do nosso estilo de vida.
- Podemos falar com Deus o tempo todo, mas é importante também ter um tempo e espaço reservado especialmente para estar a sós com o Pai.
- A oração nos fortalece espiritualmente.
- A oração requer humildade.
- Orar é também submeter-se à vontade soberana de Deus.
- A angústia não deve parar nossas orações.
- Nossa oração não fica sem resposta. Ela poderá ser um “sim”, “não”, ou “espere”, mas sempre haverá direção e o conforto de Deus para nós.
John Wesley afirmou: “A oração é certamente o grande meio de nos achegarmos mais perto de Deus; todos os outros (meios de graça) são úteis a nós, desde que sejam usados juntos ou nos preparem para isso”. (Wesley, seleção de cartas, p. 11).

Oremos sem cessar! 

(Adaptado da Revista Em Marcha: Vida com Deus, 2021.2, pp.12-15).
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Para viver com fé e sabedoria:

Quais são as suas dificuldades para ter uma vida em constante oração?
Partilhe tais dificuldades com alguém de confiança e peça ajuda para superá-las. 

Tempo oportuno para desenvolver um roteiro de oração: 

- Orar em atitude de adoração;
- Orar em atitude de confissão;
- Orar em atitude de louvor e gratidão
- Orar em atitude de petição por suas necessidades;
- Orar em atitude de intercessão pelo próximo.  

Para ler durante a semana:

Segunda-feira: Mateus 6.7-15
Terça-feira: Mateus 7.7-12
Quarta-feira: 1 Timóteo 2.1-8
Quinta-feira: Lucas 18.1-8
Sexta-feira: Tiago 5.13-20
Sábado: Salmo 65

Para saber mais sobre oração: https://www.metodista.org.br/projeto-espiritualidade-presente-na-vida 


3º Domingo da Quaresma: SANTIFICAÇÃO | 20/03

Santificação
Texto Bíblico: 1 João 3.1-10

A santificação é o grande desafio da vida cristã, pois exige dedicação, amor a Deus e renúncias de nossa parte. No entanto, engana-se quem limita a santidade ao cumprimento de regras e preceitos. Ela é o caminho para a maturidade cristã, no qual, por sua Graça e Amor, temos a possibilidade do arrependimento, a alegria do perdão e o convite ao recomeço.

O que 1 João 3.1-10 nos ensina sobre isso?

Ser filho ou filha é fruto do amor de Deus. Ele, como Pai de amor, nos dá tal condição (v.1);

Nessa condição, nós seguimos amadurecendo e esperando a completa obra de Deus: seremos cada vez mais semelhantes a Ele e o conheceremos totalmente (v.2);

Essa esperança nos ajuda a querer nos purificar, isto é, nos santificar cada vez mais (v.3);

Na busca por santificação aprendemos o que significa pecar e o quanto isso nos afasta de Deus (v.4);

Conhecemos o poder de Deus em perdoar nossos pecados e entendemos que ao nos santificarmos, desejamos ter uma vida sem pecados (v.5-6);

O texto duramente afirma que as pessoas que não querem buscar a santificação,
acabam se assemelhando ao diabo (v.5-6).

O que é a santificação?

A santificação é um processo de constante crescimento na graça e no conhecimento de Deus. Ela tem início no novo nascimento. O Espírito Santo santifica a nossa vontade de forma que nós conseguimos escolher o bem e dizer não ao mal, ao pecado. 

A santificação nos leva a produzir frutos e, assim, a transformar nossa igreja e a sociedade.

A santificação se dá por meio da realização dos atos de piedade e das obras de misericórdia. Os atos de piedade são as disciplinas de oração, jejum, estudo da Palavra, meditação, comunhão com a igreja, participação nos cultos e na Ceia do Senhor. As obras de misericórdia são as ações em favor das pessoas e da sociedade, fundamentadas no amor de Jesus Cristo. 

Os nossos atos de piedade só fazem sentido se vierem acompanhados de ações que expressam o nosso amor ao próximo e a luta por justiça e paz.

Santifiquemo-nos!

(Adaptado da Revista Cruz de Malta: Crescer na Graça, na Palavra & no Amor, 2021.1, pp.16-19).
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Para viver com fé e sabedoria:

Que aspectos da santificação expressos aqui são mais desafiadores para você?

Tempo oportuno para avaliar o seu crescimento espiritual: 

Durante esta semana, em atitude de oração, reflita e responda as perguntas que John Wesley fazia para seus irmãos e irmãs:

1. Você conscientemente ou não está criando a impressão de ser melhor do que realmente é? Em outras palavras, você está sendo uma pessoa hipócrita?
2. Você tem sido honesto(a) em suas ações e palavras ou está apenas fingindo?
3. Você tem fofocado segredos de alguém para outras pessoas?
4. Você é escravo(a) das suas roupas, amizades, trabalho ou de algum vício ou hábito?
5. Você tem procurado justificar ou desculpar a si mesmo(a) pelas coisas que tem feito?
6. Você deixou a Bíblia viver em você hoje?
7. Você dá tempo para a Bíblia falar com você todos os dias?
8. Você gosta de orar?
9. Quando foi a última vez que você compartilhou sua fé com alguém?
10. Você ora para que Deus lhe ajude a utilizar bem seus recursos financeiros?
11. Você acorda e dorme no horário certo?
12. Você desobedeceu a Deus em alguma coisa?
13. Você insiste em fazer algo que deixa sua consciência preocupada?
14. Você se sente derrotado(a) em algum aspecto da sua vida?
15. Você é ciumento(a), impuro(a), crítico(a), facilmente irritável ou suscetível ou desconfiado(a)?
16. Como você gasta seu tempo livre?
17. Você tem orgulho?
18. Você agradece a Deus por não ser como outras pessoas, da mesma forma que o fariseu fez com o publicano?
19. Existe alguém que você teme, não gosta, renega, critica, guarda ressentimento ou desprezo? Se sim, o que pretende fazer a respeito?
20. Você resmunga e reclama o tempo todo?
21. Cristo é real para você?

Para ler durante a semana:

Segunda-feira: Romanos 6
Terça-feira: 1Pedro 1.15-16
Quarta-feira: 1Coríntios 7
Quinta-feira: 2Timóteo 1.1-9
Sexta-feira: Salmo 139
Sábado: Filipenses 2


4º Domingo da Quaresma: JEJUM | 27/03

Jejum, um meio de graça
Texto Bíblico: Mateus 6.16-18;

O jejum é um meio de graça, uma forma de nos aproximar de Deus. Mateus 6. 16-18 destaca que o jejum é entre a pessoa e Deus (afinal, é feito tendo em vista o relacionamento com Ele). Isso não significa necessariamente que é preciso mentir ou esconder o jejum. Apenas que não deve ser feito para aparecer diante das pessoas, ou anunciado como uma espécie de sacrifício espiritual que leve à soberba ou dê aparência de superioridade.

A finalidade do jejum é a aproximação de Deus e o fortalecimento espiritual. Como meio de graça ou disciplina espiritual, ele é praticado no sentido de exercitar o domínio próprio, exercer a abnegação, encontrar melhores condições para oração. É um ato de reverência, de contrição, prova de moderação e da primazia do espírito sobre a carne, uma prática importante para a declaração de humildade perante Deus. 

O jejum deve ser prática costumeira na vida cristã, e não artifício usado para alcançar bênçãos específicas. Embora agrade a Deus, não funciona como moeda de troca,
afinal, a Graça divina não se compra.

Para jejuar, convém:

- Estabelecer o período e o modo de jejum com antecedência;
- Iniciar o período com oração de dedicação a Deus, pedindo forças e graça para jejuar em amor e no temor do Senhor;
- Passar, se for possível, o maior tempo do jejum em oração e leitura da Palavra de Deus;
- Encerrar o período com oração de ação de graças e entrega da vida ao Senhor.

Embora o jejum deva ser prática cotidiana na vida cristã, não pode cair na religiosidade esvaziada, gerando uma vivência hipócrita e vazia. Ele deve ser praticado com discrição, sem publicidade ou autopromoção, conforme ensinou Jesus.

O jejum deve nos ajudar a compreender a riqueza da vontade divina e a caminhar para sua plena realização.

Jejuemos!

(Adaptado da Revista Em Marcha: Vida com Deus, 2021.2, pp.16-19).
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Para viver com fé e sabedoria:

Rememore uma de suas experiências com o Jejum.
Qual a sua relação com o jejum?
Que desafios essa prática espiritual traz para você?

Tempo oportuno para o jejum, que pode ser:

Tradicional ou absoluto: nem comida e nem bebida por um determinado tempo;
Parcial ou de abstinência: retirada de alimentos específicos. Ideal para pessoas que tem problemas de saúde.
Outras abstinências que não sejam os alimentos. Ex: mídias sociais, uma diversão etc.

Recomendações sobre o jejum:

- Considere com quem você pode jejuar ou quem pode orar por você. O jejum é muito rico também quando o experimentamos em comunidade. 

- Algo em sua vida parece ser um vício ou beira a ser viciante? Se assim for, considere desistir por um tempo para orar sobre o lugar que aquela atividade ocupa em sua vida. 

- Você gostaria de poder dar dinheiro para alguém necessitado? Em caso afirmativo, considere o jejum de alimentos caros, bebidas de café, compras ou entretenimento pago. Doe o dinheiro economizado e gaste tempo orando pelas pessoas necessitadas. 

- Você é diabético(a), toma medicamentos nas refeições ou tem alguma condição médica que exija que você coma? Então considere o jejum de apenas um item alimentar, como café, carne ou açúcar, ou considere o jejum de algo diferente de alimentos, como compras ou dispositivos eletrônicos. 

- Você já teve algum distúrbio alimentar? Se sim, então jejue de algo que não envolva comida.

- Se você jejuou de todos os alimentos, não faça uma grande refeição depois do jejum. Em vez disso, comemore o fim do jejum com uma boa refeição, porém pequena.

(extraído de https://www.upperroom.org/resources/spiritual-practice-fasting-and-freedom )

Para saber mais sobre o jejum. Acesse: https://www.metodista.org.br/projeto-espiritualidade-presente-na-vida-jejum  

Para ler durante a semana:

Segunda-feira: Romanos 6
Terça-feira: 1Pedro 1.15-16
Quarta-feira: 1Coríntios 7
Quinta-feira: 2Timóteo 1.1-9
Sexta-feira: Salmo 139
Sábado: Filipenses 2


5º Domingo da Quaresma: RENÚNCIA | 03/04 

Sobre renúncia e fé
Texto bíblico: Marcos 8.27-38

A renúncia é uma marca do ministério de Jesus e uma experiência de quem o segue como seu discípulo ou discípula. Ele instruiu sobre a importância de renunciar, isto é, negar-se a si mesmo(a) e tomar a sua cruz.

Em Marcos 8.27-38, Jesus propõe trocas radicas: triunfo por renúncia, tranquilidade por tribulações, autopromoção por negação a si mesmo(a), perdas materiais por ganho espiritual. Trocas difíceis, mas que levariam seus discípulos e discípulas a um ganho inestimável: o Reino de Deus (9.1).
John Wesley traz algumas considerações sobre as expressões negue a si mesmo e tome a sua cruz: “Negue a si mesmo – sua própria vontade, em todas as coisas, pequenas e grandes, mesmo prazerosas e sem cessar. Tome a sua cruz – abrace a vontade de Deus, mesmo que seja dolorosa, diariamente, a cada hora, sem cessar. Somente assim pode alguém seguir-se em santidade para a glória” (BÍBLIA de Estudos John Wesley, 2020, p.1168).

Sendo a renúncia a sujeição da nossa vontade à divina, o que ela exige?
- Renunciar ao pecado;
- Perdoar as pessoas que nos ofendem;
- Renunciar ao direito de ser reconhecido(a);

Ao renunciarmos à nossa vontade para seguir a de Jesus, as nossas perdas se tornam lucros (Marcos 8.35). A renúncia em Jesus Cristo não é um ato de mutilação ou autoflagelo. Deus não é cruel. Ela é um convite para uma vida diferente, que ao abandonar o egoísmo para servir a Deus, tem a possibilidade de servir às pessoas, experimentando o valor de uma espiritualidade sadia, comunitária e de serviço.

Renunciemos ao nosso ego em favor de Jesus Cristo!

(Adaptado da Revista Em Marcha: Maturidade Cristã: fé, experiência e convivência, 2021.2, pp.93-96).
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Para viver com fé e sabedoria:

Ao que você já precisou renunciar em sua vida cristã? Rememore os desafios e benefícios que isso lhe trouxe. 
A que mais Deus tem te desafiado a renunciar. Ore pedindo graça e capacitação e aceite este convite. 

Tempo oportuno para 

Renunciar àquilo que dificulta a sua relação de intimidade com Deus.
Assumir compromissos missionários com sua comunidade de fé.
Compartilhar com seus irmãos e irmãs sobre as experiências espirituais vividas na Quaresma.

Para ler durante a semana:

Segunda-feira: Filipenses 2.5-11
Terça-feira: Isaías 53
Quarta-feira: Mateus 26.36-43
Quinta-feira: Romanos 12.1-2
Sexta-feira: Efésios 4.15-22
Sábado: 2Coríntios 4.16-18



Chegamos ao final da nossa sugestão de vivência espiritual da quaresma. Nosso desejo é que você cresça na graça e no conhecimento de Jesus Cristo, reafirmando o seu compromisso de viver e anunciar a solidariedade e a esperança do evangelho de Cristo. Lembre-se de nos contar como foi a sua vivência. Escreva para escoladominical@metodista.org.br ou grave um testemunho, publique em suas mídias sociais e nos marque. Por fim, desejamos a você, sua família e Igreja, uma Feliz Páscoa. 


Com afeto, 
Departamento Nacional de Escola Dominical.

    
 


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